YOU NEVER REALLY CAN FIX A HEART.
Sou uma garota, meiga, porém aquela em que não se pode confiar, não por motivos de falsidade e sim, por que sou vingativa... Muito vingativa, pareço uma pessoa fria, mas já fui muito fofa, meiga, ingênua. Mas a vida me fez ser assim... É, essa sou eu.
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THEME POR UMAPEQUENAPOETA | DON'T COPY + +
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–  Oi.

–  Ei.

(Silêncio)

–  Está bem?

–  Sim, e você?

–  É…

–  É o quê?

–  Nada.

(Silêncio)

–  Não gosto de te ver assim.

–  Assim como?

–  Quieta. Parecendo triste.  

–  Talvez existam motivos.

–  E quais seriam estes?

–  Você não gostaria de perder todo seu tempo com bobagens da minha cabeça.

–  Acredite, eu perderia todo o meu tempo para te ouvir.

–  Sério? E por que estaria disposto a isso?

–  Por que… Não sei, você é especial. Uma boa amiga, não vou te deixar na mão.

–  Ah… boa amiga.

–  Algum problema? Falei algo de errado?

–  Não.

–  Então, por que esta cara fechada?

–  É a única que eu tenho, risos.

–  Para de tentar disfarçar.

–  Disfarçar? Aonde? Você tá vendo coisa onde não tem.

–  O teu olhar diz ao contrário.

–  Não me pressiona, por favor.

–  Só me diz a verdade.

–  Não é necessário

–  É para mim. Eu preciso saber, entende?  

–  Isso mudaria sua vida?

–  Agora você ta daquele jeito comigo…

–  Que jeito?

–  Fria.

–  E você queria o quê?

–  Que você estivesse sorrindo. De preferência pra mim.

–  Cadê os motivos?

–  Eu não sou motivo suficiente?

–  Um dia foi.

–  Fui? Não sou mais?

–  Se transformou em motivo de lágrimas.

–  O que eu fiz?

–  O problema é exatamente o que você não fez. 

–  Não entendo. O que eu deixei de fazer por você?

–  Esqueça…

–  Esquecer? Mas eu te amo. Só quero te ver bem.

–  Eu também amo você.

–  Então me deixa te ajudar. Somos amigos, não somos?

(Silêncio)

–  Não somos?

–  Fomos. E você é o único cego que ainda não percebeu isso.

–  Continua fria.

–  Decepções causam esses sintomas.

–  E quem te causou tantas decepções assim? Quer que eu o mate?

–  Você acha suicídio uma boa ideia?

–  Você queria que eu tivesse feito o quê?

(Suspirou)

–  Eu queria que você tivesse lutado por mim. Por nós.

–  Nunca daria certo.

–  Covarde. Nem ao menos tentou.

–  Eu não queria te machucar.

–  Mas machucou.

–  Não tive essa intenção.

–  Imagina se tivesse.  


6 days ago · 65 notes · reblog
originally enfraquecidos · via wefreak

Sim, eu já ri da minha própria cara quando eu falei alguma coisa MUITO idiota

sorveteforever:

Seliganapreguiça


Quando um post aparece muitas vezes na minha dash mas eu não reblogo ele:

preciso-rir:

Esse post está tentando me seduzir

(M.A)



preciso-rir:

Ah, claro porque esse um centavo era o que faltava pra eu me mudar pra Londres…

image





Vivo perigosamente: já tomei algo gelado enquanto estava doente da garganta.

biscuita:

Bis


“Antes eu achava que todo mundo era meu amigo. Um dia, depois de muito sentir um gosto amargo e horrível na boca, descobri que muita gente queria me ferrar. Sim, as pessoas querem (e vão, me desculpa, mas vão) te ferrar. Tem amigo que não suporta te ver feliz. Tem conhecido que não aguenta ver o teu sucesso. Tem amigo que não gosta de ver que o teu relacionamento está dando certo. Tem parente que sente um ciúme trouxa. Tem gente que não sabe o que é gostar. Tem gente que não respeita nada. Acredito no seguinte: o olho das pessoas que gostam de você sempre vai brilhar quando alguma coisa boa te acontece. Se ele não brilha, meu amigo, “há algo errado no paraíso”.”

“A gente não gosta de um sorriso por quão certinho ele é, pelo charme ou pela cor que ele tem. A gente não gosta de um sorriso pela forma como ele se encaixa perfeitamente no rosto, ou pelo modo atraente como ele surge. A gente gosta de um sorriso simplesmente por quem está sorrindo, a gente gosta de um sorriso quando ele diz que alguém que a gente ama está feliz. E pode apostar, o teu sorriso seria o mais bonito do mundo pra mim mesmo que nele não tivesse dentes. Desde que demonstrasse uma felicidade verdadeira.”

Nome: Eu. Função: Ser eu.

nescaunocabelo:


“– Ele lhe faz falta?
Suspirei.
– Não mais.”